Resenha: As vantagens de ser invisível

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“Então, esta é a minha vida. E quero que você saiba que sou feliz e triste ao mesmo tempo, e ainda estou tentando entender como posso ser assim”.

O livro de Stephen Chbosky tornou-se mais conhecido pelo grande público após a adaptação cinematográfica do mesmo, em 2012, tendo o autor Stephen como roteirista, diretor e produtor, o que fez com que a obra fosse adaptada de forma brilhante e fiel ao romance original. Porém, o livro foi originalmente lançado nos Estados Unidos em 1999, e é baseado, em partes, em lembranças reais da juventude do autor.
Nele, encontramos uma coleção de cartas escritas por Charlie sobre sua vida, sobretudo a adolescência e o primeiro ano do Ensino Médio, para alguém anônimo.
Charlie é um personagem cativante, cuja introspecção nos comove profundamente durante a leitura.
Seu melhor amigo cometera suicídio. Agora, Charlie vê-se sozinho no primeiro ano do colegial, fase conhecidamente difícil para todos os jovens. Ainda mais para Charlie. Ele conta nas cartas sobre problemas do seu passado e até sobre o tempo que passou no hospital, assim, esperamos encontrar um jovem personagem repleto de conflitos e problemas tendo de lidar com a escola e a pressão exercida pelos colegas mais populares.
Mas o livro é muito mais que isso. Justamente porque Charlie é muito mais que isso.
Seu jeito doce e recatado faz com que testemunhe cenas diversas ao longo de sua vida, nas quais observa problemas e momentos difíceis da vida de várias pessoas ao seu redor, e Charlie guarda tudo para si. É como se ele fosse uma testemunha invisível dos problemas e das dores do mundo, desde quando era ainda muito pequeno. E ele vai guardando tudo, sabe de tudo, e de outras coisas já não se lembra mais – tamanho o choque do ele viveu...

“Só queria que Deus, ou meus pais, ou minha irmã, ou alguém, me dissesse o que há de errado comigo. Que me dissesse como ser diferente de uma forma que faça sentido. Que fizesse tudo isso passar. E desaparecer. Sei que é errado, porque a responsabilidade é minha, e sei que as coisas pioram antes de melhorar porque é o que diz meu psiquiatra, mas essa fase pior está grande demais para mim” (Pág. 149).

Charlie acaba fazendo amizade com veteranos do colégio, Sam e seu meio-irmão Patrick. A amizade dos três cresce com a narrativa, sendo eles responsáveis por introduzir Charlie em um grupo de amigos e consequentemente ao mundo das festas, drogas e encontros.
Charlie continua observando tudo, sabendo de tudo, mas, pela primeira vez, ele participa, é parte do grupo e tem bons amigos para dividir momentos e lembranças.

“Decidi na época que quando conhecesse alguém que eu achasse tão bonita quanto a canção, eu daria o disco de presente a essa pessoa. E não quis dizer bonita por fora. Eu quis dizer bonita de todas as formas. Eu estava dando para Sam” (Pág. 78).

Somos conduzidos, através das cartas, para nossas próprias lembranças, pois nos vemos ali, entre amigos, em uma noite qualquer, ouvindo boa música e rindo de nós mesmos, com uma cerveja nas mãos. Nós conseguimos sentir, junto de Charlie, quando foi a primeira vez que nos sentimos infinitos. Era uma noite legal, com gente legal, nós éramos parte de algo, estava tudo certo e parecia que nada daquilo teria fim...
A narrativa melancólica de autodescobrimento e crescimento de Charlie é maravilhosa e não apenas faz com que nossa própria adolescência seja sentida na pele, como faz com que amemos o personagem e sua forma de ver a vida e ver as outras pessoas.

“Não estava com vontade de ler naquela noite, então desci as escadas e assisti a um comercial de meia hora que anunciava um aparelho de ginástica. O número de discagem gratuita piscava na tela, então eu telefonei. A mulher que atendeu do outro lado da linha se chamava Michelle. E eu disse a Michelle que era um garoto e não precisava de aparelho de ginástica, mas que esperava que ela tivesse uma boa noite. E então Michelle desligou na minha cara. E eu não me importei nem um pouco” (Pág. 131).

Em alguns momentos, porém, a narrativa soa um pouco infantilizada pelo tom com que Charlie narra os momentos de sua vida e a forma como descreve certos acontecimentos. Assim como, o formato de cartas do livro todo pode parecer um pouco cansativo. Contudo, nada que tire o brilho da obra.
O livro tem cenas ótimas envolvendo também Charlie e sua irmã, Candace, que, infelizmente foram pouco abordadas na adaptação cinematográfica; assim como a obra mostra a amizade inusitada construída entre o protagonista e seu professor, que sempre lhe dá livros extras para ler – e ele adora.
Charlie vive um romance consideravelmente tímido com Sam, porém a amizade e o laço estabelecido entre eles também nos dão a sensação de infinito.
Nós torcemos por eles e para que, de alguma forma, os três amigos – incluindo o divertido Patrick – estejam sempre juntos.
Com ótimos personagens, uma história com gosto de nostalgia e um final surpreendente, As vantagens de ser invisível é recomendado a todos, tanto sua versão literária, como a excelente adaptação cinematográfica da mesma.


“Sam batucava com as mãos no volante. Patrick colocou o braço para fora do carro e fazia ondas no ar. E eu fiquei sentado entre os dois. Depois que a música terminou, eu disse uma coisa: ‘Eu me sinto infinito’. E Sam e Patrick olharam para mim e disseram que foi a melhor coisa que já tinham ouvido (...). Cinco minutos de toda uma vida tinham passado, e nós nos sentíamos jovens de uma forma legal. Eu cheguei a comprar o disco, e contaria a você como foi, mas na verdade não foi o mesmo que estar em um carro a caminho da sua primeira festa de verdade, e você está sentado no meio da picape com duas pessoas legais quando começa a chover” (Pág. 5).


“Com amor,
Charlie”.

Informações:
Título: As vantagens de ser invisível
Autor: Stephen Chbosky
Gênero: Romance, literatura juvenil
Editora: Rocco
Páginas: 223


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Resenha: Profecia

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Confira a resenha do primeiro volume desta série, Heresia, clicando aqui.


“E meu destino é maior que o seu. Adeus, Giordano Bruno”.

Profecia é a continuação do excelente thriller histórico, Heresia, que tem como protagonista a célebre figura de nossa História, o ex-monge Giordano Bruno.
No primeiro livro da série, acompanhamos a fuga de Giordano do mosteiro na Itália e, sete anos depois, sua nova mudança de vida, desta vez para a Inglaterra, novamente fugindo da Inquisição.
Durante suas peregrinações, antes de acabar indo para a Inglaterra, Giordano tornara-se protegido do rei Henrique da França, que fica encantado com suas ideias revolucionárias. Sendo assim, agora no Reino Unido, ele passa a viver na embaixada francesa, sob os cuidados do embaixador Castelnau.
Sempre bem-humorado e repleto de coragem, Giordano é um personagem bem construído e fácil de se  apegar.

“– E dizem que você conversa com demônios.
– Ah, o tempo todo. Eles sempre perguntam pelo senhor. Dizem que estão lhe guardando um lugar bem aquecido” (Pág. 49).

Se em Heresia, Giordano mal tem tempo de ficar em Londres, e a história desloca-se toda para Oxford, desta vez, em Profecia, temos a oportunidade de apreciar uma história toda narrada na cidade londrina e conhecer a vida de Giordano Bruno na embaixada francesa.
Ainda a serviço de Walsingham, a mente por trás do serviço de proteção à rainha da Inglaterra, Giordano continua seu trabalho de agente duplo, agora com a missão de relatar a Walsingham os planos e acordos de que tomar conhecimento na embaixada francesa, visto que há uma conspiração sendo elaborada para que a rainha Elizabeth perca o trono, e Maria Stuart seja coroada, levando a Inglaterra de volta ao catolicismo.

“Esta pequena ilha, com suas estranhas manias e as poucas preciosas liberdades que oferece àqueles que, como eu, fizeram de Roma uma inimiga, será arremessada num turbilhão que fará todas aquelas profecias dos panfletos baratos sobre o fim dos tempos parecerem história da carochinha, e quem vai restar para restabelecer a ordem a não ser os poderes da França e Espanha, financiados pelo papa?” (Pág. 264).

Com personagens históricos, esta narrativa ficcional traz elementos interessantes sobre a Reforma Protestante, além de ser uma bela homenagem ao destemido Giordano Bruno e seus trabalhos.
Conforme ele entra mais a fundo em sua espionagem na embaixada francesa, vai descobrindo que tirar o trono de Elizabeth é apenas o início de uma conspiração terrível, que pode levar a Inglaterra à guerra.

“Não existe versão de crença que não possa ser interpretada de acordo com os fins políticos desejados” (Pág. 296).

Há profecias sendo feitas de que uma conjunção planetária seria responsável pelo caos que o país vive e por catástrofes que se iniciariam com a queda de Elizabeth.
Rainha e população temem tais profecias ainda mais quando damas de companhia da soberana são brutalmente assassinadas. Vestígios deixados nos crimes levam a crer que apoiadores do papa estão iniciando seus planos para acabar com a vida da rainha protestante.
Giordano Bruno, novamente, vê-se cercado por crimes e golpes políticos, o que coloca sua própria vida em risco.
Em alguns aspectos, creio que Profecia seja superior ao já ótimo suspense de Heresia. No segundo volume da série, as artimanhas políticas são ainda mais bem elaboradas e a trama toda flui de maneira mais ágil.
O final do livro é muito bem escrito e revela razões que não poderíamos supor.
A saga de Giordano Bruno continua nos próximos volumes, e a certeza que fica é a de cada vez mais encontrarmos o ex-monge e atual filósofo envolvido com conspirações inimagináveis e crimes abomináveis cometidos em nome da busca pelo poder. A religião, aqui, continua a ser um jogo de política e interesses.

Trecho: “Fico ruminando se algum dia vou saber o que é viver sem medo de ter uma faca no pescoço, mas digo a mim mesmo que nem a rainha da Inglaterra conhece essa paz. Esta é a natureza da nossa época, e não é preciso nenhuma profecia antiga nem conjunção de planetas para explicá-la” (Pág. 310).

Informações:
Título: Profecia
Subtítulo: No reino de Elizabeth, lealdade se compra com sangue
Autora: S. J. Parris
Gênero: Suspense, Ficção Histórica.
Editora: Arqueiro
Páginas: 320

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Agradecimentos à editora Arqueiro, por ceder o livro para o blog. Saiba mais sobre ele clicando aqui.



Resenha: Heresia

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“A ideia de heresia certamente muda com frequência, conforme quem esteja no poder. Mas o que houve com os livros que foram considerados perigosos?”

Heresia é um suspense histórico pra ninguém botar defeito. Eu, particularmente, amo o gênero, e, portanto, não poderia estar mais satisfeita com a leitura. Diria que além de boas doses de ação, mistério e pinceladas históricas, o livro é um jogo de política e interesses.
A história se inicia com o monge italiano Giordano Bruno fugindo do mosteiro na Itália, por ser descoberto fazendo leituras proibidas.
Tendo a mente muito à frente de seu tempo, ele peregrina pela Europa, sempre defendendo suas ideias, e acaba tornando-se um filósofo de respeito da corte francesa.

“Ele achou que podia se igualar a Deus. E esse também é o seu pecado, frei Giordano Bruno. Você é um dos jovens mais talentosos que já encontrei em todos esses anos em San Domenico Maggiore, mas sua curiosidade e o orgulho que tem da sua inteligência o impedem de usar seus dons para a glória da Igreja. Está na hora de ser interrogado pelo padre Inquisidor” (Pág. 6).

Então, o livro salta sete anos. Giordano, agora com trinta e cinco anos, muda-se para a Inglaterra, mais uma vez ameaçado de ser descoberto pela Inquisição.
O ano é 1583 quando ele parte para Oxford em uma missão secreta.
Aparentemente, ele é apenas um membro da comitiva real, indo participar de um debate a respeito da teoria de Copérnico. Porém, na realidade, ele foi requisitado pelo serviço de proteção à rainha da Inglaterra, que é protestante. Já tendo rompido com a Igreja Católica anos atrás, Giordano agora deve se infiltrar nos bastidores de Oxford para descobrir e delatar aqueles que seguem a antiga religião e fazem parte de um complô para derrubar a rainha e trazer de volta a religião do Papa ao país.
E logo no início de sua estadia na Universidade, Giordano testemunha um crime terrível que, para o espanto da comunidade aparentemente pacata de estudiosos, acaba sendo apenas o primeiro de outros assassinatos que ocorrem no Colégio.
A mente aguçada de Giordano começa a entender as pistas deixadas pelo assassino e a relação dos crimes com intrigas religiosas.
Assim, a missão secreta entremeia-se à sua nova missão para descobrir o autor dos crimes, enquanto ele mesmo passa a correr um terrível perigo.

“– É uma esperança ousada – concordou ele – Mas, para a maioria dos habitantes desta cidade, senhor, serei sempre o filho de um herege exilado.
– Bem, eu sou um herege exilado, portanto, saio ganhando” (Pág. 211).

Heresia é uma obra-prima, e, o melhor de tudo, é que se trata de uma série, na qual teremos sempre Giordano como protagonista de tramas de mistérios seculares e intrigas religiosas. Inclusive, um livro lendário, que nosso protagonista anseia muito encontrar, fica como um dos maiores ganchos a serem desenvolvidos nos próximos títulos da série.
Devo apenas alertar que, talvez, algumas pessoas possam encontrar certa resistência na leitura aqui indicada, uma vez que ela não tem papas na língua para falar sobre religiões, chegando a criticar várias crenças e seus adeptos. Claro, deve ser lembrado que o livro não é necessariamente opinativo (a fidelidade religiosa de certos personagens não fica clara, portanto, a da autora fica menos ainda) e que a religião, ao longo de Heresia, é tratada acima de tudo como política. Porém, pesquisei superficialmente e percebi que o livro pode não agradar a todos por não ter medo de ousar.
Muito do que se passa na obra de ficção Heresia é real, a custo de vastas pesquisas realizadas pela competente S. J. Parris, e certas cenas, por sabermos que são praticamente fiéis ao que se passou na Europa séculos atrás, nos fazem refletir muito a respeito da humanidade, seja sobre seu passado, seja sobre a forma como as atitudes do passado moldaram o presente que hoje conhecemos, ou seja através de um paralelo que nossa mente acaba traçando (talvez, sem perceber) de como certos erros ainda são cometidos, tanto tempo depois.

“Jogar politicamente com a vida alheia era parte do caminho para a promoção social, mas essa, como eu estava começando a compreender, era a verdadeira heresia” (Pág. 338).

Confesso que há uma cena um pouco forte, para o meu gosto pessoal, no final do livro. Sinto-me na obrigação de alertá-los quanto a isso (não se trata, neste caso, de caráter religioso, mas de violência mesmo), embora eu também precise deixar registrado que em nada isso tira o brilho do livro como um todo. Assim como é preciso esclarecer que praticamente não há romance na obra, o que pode desagradar alguns. Eu, particularmente, adoro livros focados em questões históricas e em suspense, portanto, não reclamo.
Não posso concluir esta resenha sem citar a incrível habilidade que a autora teve em retratar a vida real de Giordano Bruno, com muitos detalhes do que realmente se tem documentado, transpondo isso para uma narrativa fictícia, em que realidade e ficção mesclam-se, separadas apenas por uma linha tênue. Vários personagens da obra são reais e foram importantes na vida de Giordano. Um bom exemplo disso é que sua amizade com Sir Philip Sidney, presente na narrativa de Heresia, é uma amizade que realmente existiu, assim como sua proteção por parte da embaixada francesa nos anos em que viveu em Londres. São muitos detalhes, que, com certeza, enriquecem e fazem da série literária de S. J. Parris uma obra a ser indicada e apreciada por todos os amantes do gênero.

Trecho: “As pessoas entre as quais eu me encontrava, disfarçado, acreditavam sinceramente estar na presença de um mistério sagrado. Sua crença nisso era uma fé pura que eu esquecera fazia muito tempo (...). E era a fé nesse milagre que as chamaria de volta, vez após outra, a despeito das ameaças de morte e de castigo, para manterem desafiadoramente viva aquela chama, e a sinceridade de sua fé foi quase humilhante” (Pág. 270).

Informações:
Título: Heresia
Autora: S. J. Parris
Gênero: Suspense, Ficção Histórica.
Editora: Arqueiro
Páginas: 360

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Confira a resenha do segundo volume desta série, Profecia, clicando aqui.


Atualização sobre parcerias realizadas com blogueiros

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Queridos blogueiros literários,

Eu muito tenho a agradecer pelo apoio precioso que vocês dão à minha carreira de escritora desde 2011. Ver meu trabalho presente na blogosfera é sempre motivo de orgulho e felicidade para mim, e sou consciente de que toda a dedicação de vocês é parte fundamental da divulgação não apenas dos meus livros, mas de toda a literatura nacional.
Desde 2011, aceitei parcerias com blogs independente de qualquer fator, até mesmo do número de seguidores e do tempo de existência do mesmo. Durante esses dois anos em que contei com a parceria inestimável de novos blogs parceiros, realizei dez grupos de book-tour, respondi a diversas entrevistas, disponibilizei e-books, marcadores e até mesmo livros impressos quando possível.
O resultado foi o estabelecimento de muitas novas amizades, respeito e uma divulgação maravilhosa dos meus livros. Porém, no momento, estou com mais de 300 parcerias estabelecidas.
Minha vida está passando por mudanças, sobretudo relacionadas aos próprios livros e ao meu trabalho, e, portanto, tenho contado com pouquíssimo tempo para atender a todos.
Sendo assim, por um tempo ainda indeterminado, não estarei fechando parcerias com novos blogs. 
O motivo é que eu realmente já não estou dando conta de atender a todos com a atenção merecida. 
As parcerias já estabelecidas continuam, e pretendo continuar contribuindo com os blogs parceiros como estiver ao meu alcance.
Devido à atual "loucura" que minha vida se tornou e às novidades literárias e pessoais que irei compartilhar em breve com vocês, prefiro não estabelecer novos vínculos, aos quais não poderei me dedicar como gostaria.
Espero que todos compreendam minha decisão e agradeço pelo interesse no meu trabalho. E aos mais de 300 parceiros que fizeram e continuarão a fazer parte da minha jornada, deixo aqui meu agradecimento especial.

Um beijo,
Fabi Ribeiro

Sorteio: Uma questão de confiança + Proteja-me

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PROMOÇÃO ESPECIAL MÊS DAS MÃES

Mais um sorteio especial, que estará no ar durante todo o mês de maio, valendo dois livros (para um único vencedor) em que personagens maternas tenham destaque e nos emocionem ao longo da trama.
Confiram!


Este sorteio terá apenas um vencedor, que ganhará os seguintes prêmios:

  • 1 exemplar do livro Uma questão de Confiança (conheça mais aqui)
  • 1 exemplar do livro Proteja-me (conheça aqui)

A promoção será válida até 31 de maio de 2013.


Para participar, preencha corretamente o formulário a seguir. Boa sorte!




Para participar de outro sorteio especial do mês das mães, clique aqui.

Sorteio: O caminho para casa

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PROMOÇÃO ESPECIAL MÊS DAS MÃES

Recentemente, eu tive o prazer de ler "O caminho para casa", e fiquei encantada com cada página do livro, classificando-o como um dos melhores que já li em minha vida.
Dentre várias lições maravilhosas que aprendemos ao longo da narrativa, há um grande destaque para os desafios da maternidade, sendo Jude (mãe dos jovens gêmeos que protagonizam a trama) uma personagem complexa e fundamental, junto da qual sofremos e aprendemos durante a leitura.
Sendo assim, em parceria com a Editora Arqueiro, fiz questão de sortear esse livro tão especial em homenagem ao mês das mães.
Para conhecer melhor minha opinião sobre a história, leia a resenha que fiz clicando aqui.


O prêmio deste sorteio será um exemplar do livro "O caminho para casa" (enviado para o ganhador pela própria editora), e a promoção será válida até 31 de maio de 2013.

Para participar, preencha corretamente o formulário a seguir:

a Rafflecopter giveaway


Para participar de outro sorteio especial do mês das mães, clique aqui.

Resultado do sorteio: 3 livros para 1 vencedor

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Em abril, tivemos sorteio triplo, no qual o vencedor levaria para casa três lançamentos maravilhosos da Editora Novo Conceito, parceira do blog Reino Xadrez.
Os prêmios são um exemplar de cada um dos livros ilustrados abaixo (clique em cada capa para conhecer a respectiva história):

            

E o vencedor é...


Parabéns, Julio!


Obrigada a todos os participantes e a Editora Novo Conceito, por ceder os livros para o sorteio!



Resenha: Meu amor, meu bem, meu querido

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“Ela sentiu pertencer a ele, dizia, desde o momento em que o ouviu xingar em voz baixa o motorista do caminhão da panificadora”

Meu amor, meu bem, meu querido é um livro fofinho, pra ler e relaxar, pensar na vida, na família e nos amores.
Com um enredo de fácil entendimento, personagens simples, trama suave e narrativa fluida, as páginas passam rapidamente. Sem fortes emoções, mas também sem decepções. A leitura entrega exatamente aquilo que ela promete.
Ruby é uma adolescente que vive na pacata cidadezinha de Nine Mile Falls com a mãe e o irmão. Seus pais são separados, e o sofrimento da mãe com relação à separação é também abordado na trama.
Acompanhamos o momento em que Ruby fala com Travis pela primeira vez, o cara rico e misterioso, por quem ela rapidamente se apaixona.
Eles andam sempre na moto de Travis e vivem um rápido romance, até que Travis tem atitudes erradas, que fazem com que Ruby procure se afastar dele.
Assim, sua mãe, que comanda um clube da leitura (para a terceira idade), a leva para as reuniões semanais, na tentativa de mantê-la ocupada.
E é exatamente lá que Ruby aprenderá muito sobre a vida. Não apenas através da leitura que o grupo está realizando no momento, mas também ajudando no desfecho da vida dos próprios personagens.
A partir do momento que Ruby passa a fazer parte do grupo de leitura, o livro ganha novos ares (antes centrados em seu romance morno com Travis) e se torna mais interessante e intenso, ao mesmo tempo em que acompanhamos a evolução da personagem.
É um livro indicado para todos, embora a simplicidade da trama possa desagradar a alguns, mas com certeza vale a pena ser lido e apreciado, sobretudo quando se procura uma leitura doce e despretensiosa.

Trechinhos para apreciar:

“Sempre achei uma maravilha poder voar, como em As mil e uma noites, e, talvez, sobre um tapete voador, sobrevoando países estrangeiros, cidades com pequenas torres, ou mesmo com minhas próprias asas, levitando contra a gravidade, vendo coisas sob uma perspectiva rara. Pegar carona na moto de Travis Becker foi uma experiência próxima a voar, para mim” (Pág. 31).

“Num átimo, pensei que os nossos corações tinham sido comprados por um preço muito barato” (Pág. 45).

“Para um olho destreinado, necessidade e amor eram facilmente confundidos, como uma pintura original de um mestre e sua cópia. Tudo o que eu podia fazer, então, era sentir aquele vazio no estômago, e dentro do coração, e nomeá-lo amor” (Pág. 111).

“Pensei, então, que muito na vida era sobre ter e não querer ou querer e não ter” (Pág. 135).

“Naquele momento, não sabia que havia outra pessoa debaixo da chuva, naquela noite, sofrendo também” (Pág. 138).

“Por que o que é amor senão o mar?” (Pág. 220).


Informações:
Título: Meu amor, meu bem, meu querido
Autora: Deb Caletti
Gênero: Romance
Editora: Novo Conceito
Páginas: 240

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Agradecimentos à editora Novo Conceito, por ceder o livro para o blog. Saiba mais sobre ele clicando aqui.




Resenha: A décima segunda profecia

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“Fugindo do estresse de um mundo cheio de incertezas simplesmente para tentar descobrir o que poderia acontecer”.

A décima segunda profecia constitui uma série que já vendeu mais de 25 milhões de livros no mundo e que inspirou muitas pessoas. Mesclando fantasia e realidade, desafiei-me a ler o livro, e posso garantir que não me arrependi.
Trata-se uma obra que, para apreciar, você deve abrir a mente e livrar-se de todos os preconceitos que possa ter, caso contrário, a narrativa não irá agradar.
Muitas pessoas pelo mundo, aparentemente sem conexão, começaram a conversar sobre um documento antigo e sem nome que havia sido divulgado.
A história começa quando o protagonista dirige-se ao encontro de seu amigo Wil, que lhe enviara por fax duas páginas do documento traduzido, para que agora pudessem buscar por mais partes.
Eles não apenas haviam chegado à conclusão de que o documento era verdadeiro, como se sentiam impelidos a buscá-lo, por forças que vão se tornando cada vez mais claras ao longo da narrativa.

“Apenas diga a verdade – disse Wil. – Diga que você acredita que há sentido nas coincidências e que elas ocorrem por alguma razão... e que esta é a segunda vez que seu caminho se cruza com o dele” (Pág. 34).

Sendo levados para lugares exóticos e mesclando-se a um grupo de personagens interessantes, que enriquecessem a obra, o narrador e Wil partem em uma jornada de autoconhecimento e, acima de tudo, de compreensão do invisível.
Tudo já havia sido previsto há muitos séculos, até mesmo o momento da revelação, por antigas civilizações. E é por esse caminho que a profecia maia se encaixa e ganha sentido na história, respondendo o questionamento que muitos tiveram recentemente sobre o fim do mundo.

“Há vários anos, a mídia divulgara a ideia do ‘fim dos tempos’ e as pessoas, embora preocupadas, também pareciam estar profundamente intrigadas. A maior questão era ‘Por quê?’. Qual poderia ser a causa desta fascinação? Seria o fato de estar vivo no exato momento em que o calendário maia estava programado para chegar ao fim?” (Pág. 15).

A leitura requer bastante atenção, pois é detalhada e cheia de informações, que, em um primeiro momento, podem soar confusas ou até mesmo irreais, mas que se entrelaçam como um todo, deixando expostas várias teorias e respostas pelas quais todos já nos interessamos.
Vale a pena dar uma chance a obra e tirar as próprias conclusões, principalmente no que diz respeito às profundas análises espiritualistas que ela faz.

Trecho: “Uma elevação repentina na nossa experiência, em que transcendemos o ordinário e encontramos um significado maior no fluxo dos eventos. Esta percepção sincronística nos ‘centra’ de uma determinada maneira e nos dá uma sensação além da que poderia se esperar do mero acaso – como se um destino maior estivesse se desdobrando à nossa frente” (Pág. 18).

Informações:
Título: A décima segunda profecia
Subtítulo: A hora da decisão
Autor: James Redfield
Gênero: Ficção, Suspense
Editora: Novo Conceito
Páginas: 288

Borboletas azuis:




Agradecimentos à editora Novo Conceito, por ceder o livro para o blog. Saiba mais sobre ele clicando aqui.



"Jogando xadrez com os anjos" entre os mais vendidos da Amazon!

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Olá, queridos!
Lembram quando anunciei o início das vendas do "Jogando xadrez com os anjos" em eBook Kindle na Amazon?
Hoje tive a excelente notícia de que ele está na posição #34 da lista dos "100 mais vendidos" da loja!!! 
Estou muito feliz e gostaria de deixar registrado aqui o meu agradecimento a todos!
Confiram abaixo as capturas das imagens do site da Amazon (clique para ampliar e ver detalhes):



Para adquirir o livro em versão Kindle, clique aqui e seja redirecionado à loja Amazon - o livro ainda está em promoção no site, por apenas R$9,90!

Confira aqui a lista completa dos 100 mais vendidos (lembrando que ela está em constante atualização e a ordem dos livros pode variar)

E, para quem prefere o livro no formato impresso, aqui está a página com todos os locais onde é possível comprá-lo desta maneira.